Caros
Estou produzindo a festa de aniversário do município de São Gonçalo - RJ, gostaria de convidar a todos para este mega evento, que acontecerá no dia 22 e 23 (quinta e sexta) de setembro de 2011, no campo do Clube Mauá com ENTRADA FRANCA.
Na quinta teremos entre outras atrações, os show de: Rodriguinho (ex Ttravessos), Grupo Lance mais Certto e Grupo Nem te Conto. na sexta acontecerão vários shows com o melhor do gospel.
Vale a pena conferir.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
PSDB quer ter mais vagas na Câmara Municipal para as próximas eleições
Partido defende 25 cadeiras para Legislativo de Niterói no pleito do próximo ano. Última reunião do diretório da cidade recebeu a inscrição de dez pré-candidatos a vereador.
Em reunião do diretório municipal realizada na noite da última terça-feira, o PSDB de Niterói recebeu a inscrição de dez pré-candidatos a vereador, que passaram a integrar a nominata que vem sendo montada para a eleição do ano que vem.Na mesma ocasião, os integrantes da legenda discutiram a questão do número de vereadores que a Câmara deve ter a partir de 2013. Presidente do partido, o ex-deputado Silvio Lessa se manifestou a favor do aumento de integrantes.
Formaram a mesa, além do presidente da legenda, o ex-deputado Flávio Palmier da Veiga; o secretário do partido, Carlos Otávio Vaz, o Casota; o tesoureiro Paulo Moreira Leite; o vice-presidente, Paulo Lemos, e o pré-candidato do PSDB à prefeitura, o cardiologista Washington Araújo.
Fonte: http://jornal.ofluminense.com.br
Eu também estava lá com tantos outros companheiros e por tudo que o partido, através do presidente Silvio lessa e demais componentes: PauloLemos, Flávio Palmier da Veiga, Washington Araújo, Casota, Paulo Moreira Leite e Bruno Lessa, tem nos nutrido sobre a sua postura com relação as nossas necessidades e anceios político-sociais, tenho a convicção de que o partido com maior condição de lançar um candidato digno de governar Niterói, é sem sombra de dúvidas o PSDB.
Eleição majoritária e proporcional, saiba mais.
Fonte: TSE http://temasselecionados.tse.gov.br
Qual a diferença entre eleição majoritária e proporcional ?
Resposta:
Majoritária: ganha o candidato que obtiver a maioria dos votos. Assim se elegem o Presidente da República, o Governador do Estado, os Senadores e os Prefeitos.
Proporcional: a representação política é distribuída proporcionalmente entre os partidos políticos concorrentes. Assim elegemos os Deputados Federais, os Deputados Estaduais/Distritais e os Vereadores.
Eleição majoritária e proporcional
“Registro. Coligação proporcional. 1. O partido que não celebrou coligação para a eleição majoritária pode celebrar coligação proporcional com partidos que, entre si, tenham formado coligação majoritária. 2. Na resposta à Consulta n° 733-11, este Tribunal assentou que os partidos que compuserem coligação para a eleição majoritária só poderão formar coligações entre si para a eleição proporcional. Nessa consulta não se tratou da peculiaridade do caso em exame, em que o partido - que não formou nenhuma coligação majoritária - celebrou coligação proporcional com partidos que se coligaram para os cargos majoritários. [...].”
(Ac. de 7.10.2010 no AgR-REspe nº 461646, rel. Min. Arnaldo Versiani)."Registro. Eleição majoritária. Governador. Senador. Partido coligado. Candidatura própria. 1. Segundo a jurisprudência deste Tribunal, na eleição majoritária é admissível a formação de uma só coligação, para um ou mais cargos. 2. Se o partido deliberou coligar para as eleições majoritárias de governador e senador, não é possível lançar candidatura própria ao Senado Federal. [...]”
(Ac. de 1º.9.2010 no AgR-REspe nº 963921, rel. Min. Arnaldo Versiani).“Consulta. Coligação partidária. Eleição majoritária. Candidato. Governador. Senador da república. Partidos coligados para o cargo de governador podem lançar, isoladamente, candidatos ao Senado (Res.-TSE nº 20.126/1998). Não é possível a formação de coligação majoritária para o cargo de senador distinta da formada para o de governador, mesmo entre partidos que a integrem. Precedentes.”
“Consulta. Senador. Coligações. Formação. Pluralidade. Eleição majoritária. Impossibilidade. Somente se admite a pluralidade de coligações para a eleição proporcional. Na eleição majoritária é admissível a formação de uma só coligação, para um ou mais cargos.”
“Consulta. Deputado Federal. Eleição proporcional. Coligação. Partido distinto da coligação formada para a eleição majoritária. Impossibilidade. 1. Somente se admite a pluralidade de coligações para a eleição proporcional. Na eleição majoritária, é admissível a formação de uma só coligação. 2. Os partidos que compuserem coligação para a eleição majoritária só poderão formar coligações entre si para a eleição proporcional.”
“Consulta. Eleição majoritária e proporcional. Pluralidade de coligações. Impossibilidade. 1. Permite-se a formação de mais de uma coligação apenas para a eleição proporcional desde que entre partidos que integrem a coligação para o pleito majoritário, ao qual não é possível a celebração de mais de uma coligação. [...].”
“Consulta. [...] 2. No pleito municipal, é permitido realizar coligações partidárias diferenciadas nos municípios do mesmo estado federativo. Questão respondida afirmativamente.” NE: “[...] de acordo com o art. 6º, caput, da Lei nº 9.504, de 1997, os partidos políticos poderão, dentro da mesma circunscrição, celebrar coligações para eleição majoritária, proporcional, ou para ambas, podendo, neste último caso, formar-se mais de uma para a eleição proporcional entre os partidos políticos que integram a coligação para o pleito majoritário, sendo vedada a inclusão de partido político estranho à coligação majoritária para formar com integrante do referido bloco partidário aliança diversa, destinada a disputar eleição proporcional [...].”
“Registro de candidatura. Formação de coligações. Partidos que pediram registro por duas coligações diferentes. Impugnação. Partido isolado. Ilegitimidade. Recurso. Coligação que não impugnou o registro. Impossibilidade. Eleição majoritária. Coligações diferentes. Não-admissão. [...] 3. O art. 6º da Lei nº 9.504/97 veda que um partido participe de coligações diferentes para governador e senador na mesma circunscrição. 4. Recursos não conhecidos.”
“[...] Coligação entre partidos para a eleição proporcional que não se coligaram para as eleições majoritárias. Impossibilidade. 1. A coligação de partidos para a eleição proporcional deve ser feita entre aqueles integrantes da coligação para as eleições majoritárias (Lei nº 9.504/97, art. 6º). [...].”
“Recurso especial. Registro de candidatura. Impugnação. Autonomia partidária. Dissolução de diretório municipal pelo regional. Necessidade da existência de diretrizes estabelecidas pela convenção nacional do partido (Lei nº 9.504/97, art. 7º, § 2º). 1. Diante da inexistência de diretrizes estabelecidas pela convenção nacional do partido para as eleições de 2000, é ilegal o ato do diretório regional que dissolveu o municipal, devido à formação de coligação partidária para as eleições/2000. 2. Recurso não conhecido.”
“[...] Coligação para o pleito proporcional e majoritário. Intervenção da executiva estadual na municipal. Legitimidade. 1. Nos termos do disposto no art. 6º da Lei nº 9.504/97, não é permitida a formação de mais de uma coligação para o pleito majoritário. 2. Intervenção da executiva estadual na municipal. Irregularidades formais no procedimento. Ilegitimidade. Recurso especial não conhecido.” NE: Registrados os candidatos da coligação aprovada pelo órgão dissolvido com irregularidades, consistentes na inobservância do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa; e excluídos os candidatos da coligação firmada pelo órgão interventor.
(Ac. nº 16.452, de 5.9.2000, rel. Min. Maurício Corrêa; no mesmo sentido o Ac. nº 569, de 10.8.2000, do mesmo relator.)
“Recurso especial. Coligação extemporânea. Conseqüência: cancelamento do registro de candidatura. Decisão proferida após as eleições. Votos. Destinação. 1. Se o partido não pertencia à coligação, porque nela ingressou extemporaneamente, a conseqüência necessária é o cancelamento dos registros dos candidatos a esse filiados. 2. Tendo sido a decisão proferida após as eleições, os votos conferidos aos candidatos que tiveram seus registros indeferidos são inexistentes. 3. Recurso especial conhecido e provido para restabelecer a sentença.”
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
TUCANOS ABREM OS BICOS NA DEFESA DO DINHEIRO PÚBLICO.
BRASÍLIA - O líder do PSDB na Câmara, deputado Duarte Nogueira (SP), recorreu formalmente ao Ministério Público contra o ministro do Turismo, Pedro Novais, por suposto desvio de dinheiro público. O tucano protocolou duas representações nesta tarde: uma na Procuradoria Geral da República e outra no Ministério Público do Distrito Federal.'É preciso reconhecer que uma denúncia de prática de ilegalidade ou imoralidade por um ministro de Estado é gravíssima e não pode ser deixada de lado pelos poderes constituídos para ser esquecida pelo tempo', afirmou Nogueira.
Os pedidos foram motivados pelas revelações de que Novais usou dinheiro público para pagar o salário da governanta de seu apartamento em Brasília no período de 2003 a 2010, quando o ministro exercia o mandato de deputado federal pelo PMDB do Maranhão.
A revelação foi publicada pelo jornal Folha de S. Paulo. Em outra reportagem, também publicada pelo mesmo jornal, mostra que a mulher do ministro, Maria Helena de Melo, usa irregularmente um funcionário da Câmara dos Deputados como motorista particular.
'Vê-se, portanto, que o ministro Pedro Novais é useiro e vezeiro em fazer uso de verba pública para dispor de serviços em benefício próprio', afirmou Nogueira, no documento. 'Estamos falando de uma pessoa sob a qual já pesa a acusação de gastar dinheiro público em motel e responsável por um ministério alvo de ação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal que levou à prisão temporária de trinta e cinco pessoas', argumenta o tucano.
Fonte: http://estadao.br.msn.com
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Líder do PSDB senador Alvaro dias é tratado com desdenho pelo líder do Governo no congresso Dep. Cândido Vaccarezza em debate na Band.
Meus amigos,
Ontem domingo 11/09/2011 eu perdi meu tempo mais uma vez, assistindo ao programa Canal Livre transmitido pela Band, para constatar que o governo PT tem absoluta certeza de que domina 100% da massa populacional deste país, pois ao ver que as acusações e percepções do senador Alvaro Dias eram tratadas com tamanho desdenho pelo líder do governo no congresso o deputado Cândido Vaccarezza, que entre outras absurdas convicções tratou assuntos como: criação de mais um imposto com o pretexto de melhorar a saúde, faxina nos ministérios, mensalão, o escândalo do turismo, entre tantas outras aberrações governamentais, como se fossem idefectiveis causos da política brasileira.
Triste também foi vê-lo afirmar nas caras de jornalistas consagrados como Joelmir Beting e Fernando Mitre, que o governo não se posiciona de forma ditatorial ao impor um controle na telecomunicação deste país.
Pior ainda foi perceber nas expressões dos debatedores, que a postura imparcial foi perceptívelmente substituida pela máxima que diz: "Em boca fechada não entra mosca."
O Canal Livre, exibido pela Band, teve como convidados o senador Álvaro Dias, do PSDB, e o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza, para discutir a crise no atual governo do país.
“O maior desafio da presidente Dilma não se encontra no Brasil”, afirmou Cândido Vaccarezza, completando que o verdadeiro desafio está na crise econômica mundial.
Já o senador convidado tem a opinião de que o maior problema do governo são as facilidades, a grande base de apoio e a falta de uma reforma administrativa, visto que os gastos com novos ministérios, secretarias etc. só aumentou. Dessa forma, a presidente Dilma e seu governo conseguem comprar apoio. “Isso puxa para baixo a administração e abre portas para a corrupção”.
“Não houve mudança de modelo. Não adianta trocar algumas pessoas, tem de trocar o modelo”, continuou Álvaro Dias, falando sobre a suposta faxina do governo.
“A Dilma já disse que não tem nenhum compromisso com o malfeito”, rebateu Vaccarezza, expondo dados numéricos para basear suas afirmações em relação à melhoria do país durante do governo Lula e Dilma.
“O ministro deixou sob aplausos a Casa Civil”, apontou ironicamente o senador, quando argumentou novamente que a presidente não está fazendo uma faxina de verdade em seu governo. “Os únicos comentários foram sobre a divulgação de fotos e o uso de algemas”.
Sobre a instauração de CPIs da Corrupção, a discussão girou em torno do governo não deixar a oposição cria-las, segundo o senador “encenando” uma defesa aos ministros convidados para depor.
“Se a presidente não acabar com esse modelo, ele vai acabar com o governo dela”, declarou o senador, novamente falando do modelo de indicação para ministérios que o governo tem adotado.
“Os escândalos não começaram agora, um novo escândalo faz esquecer o anterior”, disse o senador em resposta à pergunta de Joelmir Betting sobre as denúncias que ocorreram no atual governo.
O jornalista Mitre perguntou ao deputado sobre a Emenda 29, referente à saúde, e a declaração da presidente Dilma em relação à criação de novos recursos. Ele queria saber se isso significaria a criação de novos impostos.
A reposta do deputado não foi direta, pois ele falou sobre tudo o que o governo já fez, mas não descartou a possibilidade de, daqui a alguns anos, ter de se criar um novo imposto para a saúde. Mas, no final, declarou que o governo não irá criar um novo imposto na próxima votação que terá.
“Acho isso um afronto à população, que já paga muito imposto”, declarou o senador, que é a favor da emenda e pensa que o país tem dinheiro suficiente para isso. Também comentou que a presidente Dilma disse que faria uma reforma tributária para diminuir os impostos do país. “Dinheiro o país tem, o que falta é competência administrativa”.
Mitre também questionou seus convidados em relação ao controle da imprensa. O senador comentou, em resposta, que o PT resolveu discutir sobre o assunto quando a imprensa investigativa começou a divulgar falcatruas.
Já o deputado discordou novamente de Álvaro Dias, afirmando que o PT é a favor da liberdade de imprensa. Segundo ele, o PT não quer regulamentar o conteúdo, mas quem controla a os meios de comunicação.
Fonte: BAND TV
http://www.band.com.br/noticias/brasil/noticia/?id=100000455239
Ontem domingo 11/09/2011 eu perdi meu tempo mais uma vez, assistindo ao programa Canal Livre transmitido pela Band, para constatar que o governo PT tem absoluta certeza de que domina 100% da massa populacional deste país, pois ao ver que as acusações e percepções do senador Alvaro Dias eram tratadas com tamanho desdenho pelo líder do governo no congresso o deputado Cândido Vaccarezza, que entre outras absurdas convicções tratou assuntos como: criação de mais um imposto com o pretexto de melhorar a saúde, faxina nos ministérios, mensalão, o escândalo do turismo, entre tantas outras aberrações governamentais, como se fossem idefectiveis causos da política brasileira.
Triste também foi vê-lo afirmar nas caras de jornalistas consagrados como Joelmir Beting e Fernando Mitre, que o governo não se posiciona de forma ditatorial ao impor um controle na telecomunicação deste país.
Pior ainda foi perceber nas expressões dos debatedores, que a postura imparcial foi perceptívelmente substituida pela máxima que diz: "Em boca fechada não entra mosca."
“O maior desafio da presidente Dilma não se encontra no Brasil”, afirmou Cândido Vaccarezza, completando que o verdadeiro desafio está na crise econômica mundial.
Já o senador convidado tem a opinião de que o maior problema do governo são as facilidades, a grande base de apoio e a falta de uma reforma administrativa, visto que os gastos com novos ministérios, secretarias etc. só aumentou. Dessa forma, a presidente Dilma e seu governo conseguem comprar apoio. “Isso puxa para baixo a administração e abre portas para a corrupção”.
“Não houve mudança de modelo. Não adianta trocar algumas pessoas, tem de trocar o modelo”, continuou Álvaro Dias, falando sobre a suposta faxina do governo.
“A Dilma já disse que não tem nenhum compromisso com o malfeito”, rebateu Vaccarezza, expondo dados numéricos para basear suas afirmações em relação à melhoria do país durante do governo Lula e Dilma.
“O ministro deixou sob aplausos a Casa Civil”, apontou ironicamente o senador, quando argumentou novamente que a presidente não está fazendo uma faxina de verdade em seu governo. “Os únicos comentários foram sobre a divulgação de fotos e o uso de algemas”.
Sobre a instauração de CPIs da Corrupção, a discussão girou em torno do governo não deixar a oposição cria-las, segundo o senador “encenando” uma defesa aos ministros convidados para depor.
“Se a presidente não acabar com esse modelo, ele vai acabar com o governo dela”, declarou o senador, novamente falando do modelo de indicação para ministérios que o governo tem adotado.
“Os escândalos não começaram agora, um novo escândalo faz esquecer o anterior”, disse o senador em resposta à pergunta de Joelmir Betting sobre as denúncias que ocorreram no atual governo.
O jornalista Mitre perguntou ao deputado sobre a Emenda 29, referente à saúde, e a declaração da presidente Dilma em relação à criação de novos recursos. Ele queria saber se isso significaria a criação de novos impostos.
A reposta do deputado não foi direta, pois ele falou sobre tudo o que o governo já fez, mas não descartou a possibilidade de, daqui a alguns anos, ter de se criar um novo imposto para a saúde. Mas, no final, declarou que o governo não irá criar um novo imposto na próxima votação que terá.
“Acho isso um afronto à população, que já paga muito imposto”, declarou o senador, que é a favor da emenda e pensa que o país tem dinheiro suficiente para isso. Também comentou que a presidente Dilma disse que faria uma reforma tributária para diminuir os impostos do país. “Dinheiro o país tem, o que falta é competência administrativa”.
Mitre também questionou seus convidados em relação ao controle da imprensa. O senador comentou, em resposta, que o PT resolveu discutir sobre o assunto quando a imprensa investigativa começou a divulgar falcatruas.
Já o deputado discordou novamente de Álvaro Dias, afirmando que o PT é a favor da liberdade de imprensa. Segundo ele, o PT não quer regulamentar o conteúdo, mas quem controla a os meios de comunicação.
Fonte: BAND TV
http://www.band.com.br/noticias/brasil/noticia/?id=100000455239
RELATEM: A NEXTEL ESTÁ ME DANDO PREJUIZO.
INDIGNAÇÃO
Isto está se tornando um grande absurdo:
Caros, hoje 12/09/2011 a tarde, o meu aparelho Nextel sinalizava estar com o sinal perfeito porém as ligações estavam picotando e o ID parecia que as pessoas falavam debaixo d'água.
Se você está tendo algum problema com a Nextel deixe o seu relato nomeu face book no grupo
A NEXTEL ESTÁ ME DANDO PREJUIZO!
http://www.facebook.com/#!/groups/148794471877752/
Vamos fazer este país mudar de verdade!
Comentem!
Thelles Henrique
21 7840-2861/145*4228
Isto está se tornando um grande absurdo:
Caros, hoje 12/09/2011 a tarde, o meu aparelho Nextel sinalizava estar com o sinal perfeito porém as ligações estavam picotando e o ID parecia que as pessoas falavam debaixo d'água.
Se você está tendo algum problema com a Nextel deixe o seu relato nomeu face book no grupo
A NEXTEL ESTÁ ME DANDO PREJUIZO!
http://www.facebook.com/#!/groups/148794471877752/
Vamos fazer este país mudar de verdade!
Comentem!
Thelles Henrique
21 7840-2861/145*4228
sábado, 10 de setembro de 2011
A NEXTEL ESTÁ ME DANDO PREJUIZO.
Amigos, estou passando por sérios problemas com a nextel e quem fala comigo periodicamente sabe que é preciso rediscar pelo menos três vezes para concluir uma conversa. Daí criei este grupo e gostaria que cada um de vocês que não estiver satisfeito com os serviços da Nextel participe para que possamos enviar para a mesma.
abs
http://www.facebook.com/groups/148794471877752/#!/groups/148794471877752/
abs
http://www.facebook.com/groups/148794471877752/#!/groups/148794471877752/
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